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FAQ

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Por que a despesa com Variação das Provisões Técnicas da Bradesco Previdência (VPT) apresenta um crescimento desproporcional a Receita de Prêmios (RP) comparando-se os 2 primeiros trimestres de 2007?

No relatório gerencial (página 31) mencionamos a necessidade de deduzir da produção RP os "benefícios e resgates" para fins de comparação com a VPT, em função do princípio contábil da SUSEP. Com tal ajuste a desproporção fica bem menor.
Além disso, a VPT envolve, também, constituições e reversões de provisões para adequação de oscilação de riscos atuariais representados pelo aumento da longevidade, exemplo: a adoção da AT 2000 em substituição a AT 83, ou ainda, AT-2000 com improvement (técnica utilizada para atualizar ainda mais a tábua de mortalidade considerando o aumento esperado da sobrevida futura dos participantes e pela defasagem existente entre a Tábua 2000 e os dias de hoje). Estas constituições e reversões não guardam relação direta com a Receita de Prêmios /Contribuições de Seguros e Planos.

Porque foi feito provisão para improvement no PGBL/VGBL se nestes produtos não existe risco atuarial? Efeitos futuros?

Na contratação do PGBL/VGBL está definido para o segurado toda a base técnica a ser empregada no cálculo do valor da aposentadoria ou do seguro incluindo o índice de inflação para correção, taxa real de juros e tábua de mortalidade ( que implica em fazer o improvement em razão da defasagem de 7 anos da AT-2000).
Os efeitos para períodos futuros tendem a não ser significativos, pois, a provisão está completa cabendo apenas as constituições mensais pelo crescimento da produção e para ajustar as variáveis, tal como, a persistência
( taxa de permanência dos participantes até a aposentadoria) versus a variação do número de participantes dos planos.

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